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  • Horiens participa do lançamento do livro Fala Mulher

    DATA: 11/03/2024

    Publicado por: Horiens

    A semana em que é celebrado o Dia Internacional das Mulheres foi comemorada de forma especial no setor de seguros. Na quinta-feira, 7/3, o lançamento do livro Fala Mulher reuniu cerca de 200 pessoas em São Paulo, na sede da Escola Nacional de Seguros (ENS).

    A obra Fala Mulher é uma publicação da Associação das Mulheres do Mercado de Seguros (Sou Segura), uma coletânea dos artigos mais lidos da coluna que dá nome ao livro, veiculada no site da associação. Ao todo, o livro reúne 38 artigos que capturam a experiência, o olhar  e a voz das mulheres do setor de seguros.

    “Com muito orgulho, destacamos as vozes e a força das mulheres em meio aos desafios que ainda existem para alcançarmos a equidade de gênero”, ressalta Liliana Caldeira, presidente da Sou Segura.

    A coluna Fala Mulher nasceu em 2004 e se fortaleceu ao longo de 20 anos, passo a passo. Ela é fruto de um potente projeto liderado pela, hoje, diretora de Desenvolvimento de Programas Institucionais, Simone Ramos. “Se no início tínhamos poucos artigos, hoje a coragem de falar e se posicionar tem nos impulsionado cada vez mais”, destaca. Sobre o livro, Simone conta que: “A publicação convida a transformar aprendizado em prática e a incomparável mudança de perspectivas, o que eleva esta inspiradora obra a descoberta de novos caminhos”.

     

    Mulheres da Horiens
    As executivas da Horiens, Fernanda Antonelli, da área de Pessoas, Comunicação e Marketing, e Nathalia Oliveira, de Riscos e Seguros para o Agronegócio e Logística, são coautoras do livro Fala Mulher, com participação no capítulo ‘Carreira’.

    Fernanda é autora do texto mais lido no site da Sou Segura abordando a temática da carreira da mulher. Seu artigo ‘Que tal imaginar o futuro para mudar o presente?’ traz conceitos e competências essenciais para lidar com os desafios da atualidade.

    “Hoje, temos liberdade de ser quem desejamos ser e de colocar nossa voz no mundo, inclusive por meio de nossas carreiras”, pontuou Fernanda. “É importante lembrarmos também que nossa potência não quer dizer que temos superpoderes. Somos humanas, não se cobrar tanto é um aprendizado contínuo especialmente para nós, mulheres. Dar conta de tudo a que custo?”, refletiu durante o evento de lançamento.

     

    Fernanda Antonelli conta mais sobre seu artigo

     

     

    Já Nathalia, que assina o artigo ‘Entendendo o teto de vidro’, abordou as barreiras enfrentadas pelas mulheres que aspiram atingir cargos de níveis hierárquicos mais altos. “É um prazer enorme fazer parte deste projeto e ajudar a dar visibilidade a temas que ainda precisam evoluir. Apesar dos avanços, a luta das mulheres continua”, destacou.

    Nathalia, que assina o artigo ‘Entendendo o teto de vidro’

     

    As mulheres no mercado

    De acordo com levantamento da ENS, as mulheres representam 54,4% do mercado de seguros, mas essa presença se torna mais escassa em altos níveis de liderança, com representação feminina de apenas 31%.

    A carga horária das mulheres dedicada aos cuidados de pessoas e/ou afazeres domésticos ainda é um dos entraves, dentre outros, quando o assunto é equidade de gênero no mercado de trabalho.

    Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgados na sexta-feira, 8 de março de 2024, mostram que as mulheres brasileiras dedicaram quase o dobro de tempo que os homens nestas funções, o que acaba restringindo uma participação mais ampla das mulheres no mercado.

    Considerando ambas as jornadas, em ocupação de mercado de trabalho e doméstico, a carga horária total de trabalho das mulheres foi de 54,4 horas e, para homens, de 52,1 horas. O recorte do estudo por raça mostra uma situação ainda mais complexa para mulheres negras e pardas, mais envolvidas com o trabalho doméstico não remunerado do que as mulheres brancas.

    Outro fato que evidencia as discrepâncias entre gêneros é que, embora sejam maioria entre os formados na faculdade, as mulheres ocupam posições que exigem menor qualificação e recebem cerca de 70% dos salários dos homens.

    Apesar da presença mais escassa em cargos com poder de decisão, aos poucos temos visto mudanças positivas. “É preciso implementar ações afirmativas e ter metas objetivas de inclusão, acompanhando o tema de perto e corrigindo o que for necessário”, concluiu Liliana, da Sou Segura.

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