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  • Dia Mundial do Diabetes: como evitar a doença?

    DATA: 08/11/2023

    Publicado por: Horiens

    Você sabia que 1 em cada 10 pessoas estão atualmente vivendo com diabetes e a maior parte desses casos é de diabetes tipo 2, uma doença fortemente relacionada ao estilo de vida e, portanto, evitável?

    Segundo o Ministério da Saúde, o Brasil é o 5º país em incidência de diabetes no mundo, com 16,8 milhões de doentes adultos (20 a 79 anos).

    Entre os tipos da doença, os mais conhecidos são o diabetes tipo 1 e o diabetes tipo 2. Menos prevalente, o tipo 1 é considerado uma doença autoimune e é detectado geralmente na infância. Já o tipo 2 é o mais comum e está ligado principalmente ao estilo de vida.

    A doença afeta a qualidade de vida se não for tratada adequadamente, o que é muito comum, já que pelo menos metade dos casos não são diagnosticados devido à ausência de sintomas ou à dificuldade de identificá-los.

    “Neste 14/11, Dia Mundial do Diabetes, é importante trazer à tona um alerta: é possível se prevenir contra o diabetes. Com as informações certas e ajustes no estilo de vida, podemos nos manter longe desta doença, que traz complicações importantes à saúde”, destaca Dr. Eduardo Motta, médico parceiro da Horiens.

     

    Para começar, o que é diabetes?

    O diabetes se desenvolve quando o organismo não consegue controlar o nível de açúcar do sangue. Isso acontece porque o pâncreas para de produzir ou passa a produzir de forma insuficiente a insulina, hormônio responsável por transportar a glicose para dentro das células, onde é transformada em energia. A falta desse controle aumenta a glicose no sangue, podendo gerar um quadro de diabetes.

     

    Quais são os prejuízos à saúde?

    Os prejuízos são muitos, em especial a ampliação de complicações cardiovasculares, que podem levar a infarto, insuficiência cardíaca e acidente vascular cerebral (AVC), além de estar relacionada a doenças periodontais e de ser uma das principais causas de doença renal crônica.

    O que aumenta a chance de desenvolver a doença?

    • Sobrepeso e obesidade (inclusive infantil)
    • Sedentarismo
    • Pais ou irmãos com diabetes
    • Hipertensão
    • Histórico de doença cardiovascular
    • Parto de bebê com peso superior a 4kg ou ter tido diabetes gestacional
    • Níveis altos de colesterol e triglicérides
    • Síndrome do ovário policístico
    • Apneia do sono
    • Medicamentos, como os à base de cortisona
    • Estresse emocional

     

    Quais são os sinais de alerta?

    • Fome frequente
    • Sede constante
    • Excesso de vontade de urinar, especialmente à noite
    • Formigamento nos pés e mãos
    • Infecções frequentes na bexiga, rins e pele
    • Feridas que demoram para cicatrizar
    • Visão embaçada
    • Cansaço constante
    • Infecções genitais (em especial, a candidíase)
    • Perda de peso sem explicação

    Atenção: é comum boa parte das pessoas não identificarem ou não apresentarem sintomas!

    Como evitar?

    Movimente-se

    • Pratique atividade física aeróbia de intensidade moderada a vigorosa por pelo menos 150 minutos por semana e no mínimo 3 x/semana.
    • Na ausência de contraindicações, realize treino de resistência 2-3 x/semana em dias não consecutivos.
    • Reduza o sedentarismo ao longo do dia, fazendo intervalos na atividade sentada a cada 30 minutos.
    • Idosos devem fazer, ainda, treinamento de flexibilidade e equilíbrio 2-3 x/semana.

     

    Adote uma dieta saudável e controle o índice glicêmico das refeições

    • Priorize uma dieta balanceada, aumentando o consumo de legumes, verduras e fibras em geral e reduzindo a ingestão de frituras, açúcares, carboidratos refinados, alimentos processados e bebidas alcoólicas.
    • Consuma proteínas na quantidade adequada. Para entender qual é a quantidade recomendada para você, consulte um profissional especializado.

     

    Faça acompanhamento médico de rotina para monitorar sua saúde

    • Atenção à pré-diabetes, condição em que a concentração de açúcar no sangue está acima do normal, porém o valor não é alto o suficiente para caracterizar o diabetes tipo 2. O diagnóstico ocorre por meio de exames como glicemia em jejum, teste de tolerância à glicose e hemoglobina glicada, entre outros.

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